A baleação foi um terreno fértil de contatos transatlânticos entre os arquipélagos dos Açores e Cabo Verde, os Estados Unidos da América e o continente europeu. Enquanto atividade económica global, a baleação contou com um protagonismo crescente dos baleeiros portugueses até ao início do século XX, mas constituiu também um campo social e cultural que instaurou ligações transnacionais que ainda hoje persistem, adquirindo ainda, mais recentemente, uma dimensão patrimonial.